terça-feira, 27 de dezembro de 2011
PARTE 2
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Um encontro de corações. (PARTE UM)
As luzes se acendem. Em um cantinho distante de uma cidade pequena, a vida de poucos mudaria.
Um homem chega à cidade. Desembarca na estação e pega suas pequenas trochas. Caminha procurando um lugar para passar a noite e longe avista um motel. Poderia não ser uma boa ideia. Mas sabia que sua estadia ali, era pequena, curta e que motéis eram bem diferentes de hotéis.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Nada de nada.
Meus dedos não acompanham meus comandos.
O vazio é pior sem fé.
Mas é independente. Meu coração não é vazio. Pois te amo.
São as palavras e o som do violão.
Quando seus olhos chegaram e se apagaram.
Detesto lembrar o meu passado.
Mas em pequenos poemas é que envio minha dor.
E o detestar de uma vida estranha.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Me rendo..
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Para Nina, uma amiga.. Sinto sua falta!
Nina não tem motivos pra uma caminhada tão longa. É tão estranha que vive chorando por ai. Mas tem os suas razões. Ela odeia a vida. Sabe que não chama atenção. Só caminha com a verdade e mostra a quem merece! Laryssa mora longe, Nina sabe. Mas elas sempre conversam, ora pouco. Mas com as palavras mais lindas possíveis. Nina insiste em mudar e aprender a ser como suas amigas, tem uma casca e lê psicologia.
Um dia vai aprender que a imagem não é tudo. Mas agora, ela está na realidade de ser excluída por quem um dia considerou "amigo".
Essa Nina está morta. Vocês, idiotas, perderam a oportunidade de conhece-la.
Sem rumo;
* Minha linda prima, que sempre está ao meu lado. Te amo.
Bando de mentirosos.
Os olhares são a vontade, e as palavras o interesse. Os gestos o desejo. Os seres humanos convivem para sobreviver, o ódio corre no sangue, nas veias. Moramos, comemos, nada demais.
Você tá aqui pra sofrer, chorar e aprender que ninguém é o que parece ser. Em um momento, e para o resto da vida, alguém "ou exatamente 5 pessoas" vão se virar contra você, nas horas em que mais se precisa, uma única pessoa vai estar ao seu lado. Todas as palavras e as coisas emocionantes vão se desfazer. Você vai perceber quantas mentiras rodam a sua vida. Tudo o que antes era importante, agora não vale merda nenhuma.
Veja! É SIMPLES!
Não vale nada, nem o que come! A beleza que há por fora, é toda a arrogância que há por dentro... As pessoas são falsas, duas caras, e você é quem sofre! Se afaste delas, por favor!
Tanta felicidade, expectativas.. " Alguém se importa comigo, agora vamos pra frente, é a musica! " Mas não... Querida! As coisas continuam na mesma...
sábado, 26 de novembro de 2011
...
Lembranças, cobranças, vinganças.
A dor que fere, vai passar.
E o medo, a alegria. A falsidade, a calmaria.
Tudo passa, não importa!
Vejo o vento que atinge a cidade. Acho que é indícios de um belo temporal!
Vai chover lá fora... Assim, entro no banho. E lembro que preciso compor uma musica.
Passei mais um dia, tentando ler, estudar e aprender algo. Mas as recordações de dias maravilhosos surgem em minha mente á cada instante.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
estamos juntos nessa!
Não quero acordar, o problema é que não durmo.
Vou morrer, todos nós!
Vamos sair aproveitar os últimos momentos.
A ultima palavra, pois estamos sem voz, nem vez.
Inteligência e cautela..
'mortos não sentem prazer.. Não se divertem.. Não vivem'
Não vamos.. Sou uma morta, de coração ou de sentimentos, morri hoje e além do mais.. Conheço a eternidade. '
Estive aqui pra nada, e o nada é lindo. Pois sempre fui o nada entre a "massa". Fui a diferença e o tudo levei comigo.
não se sinta sozinha..
*CONTINUA.
... Ao meio de duas paredes.
Poderia alguém viver assim, nesse mundo, que em partes é totalmente absolutista? Fiéis vivem assim, absolutos e que em minha visão são irreais. Ainda não me cai a "fixa" que são assim. Quando bebês devem ter amarrado uma venda em seus olhos, claro, ainda crianças, crescendo ou não em meio de tais ideias. Mas é ridículo! Deixem que a criança decida!
"Estou tentando... "
Ah Deus, cadê a vida?! Onde ela está para tais... Vou sair, ver a chuva, linda e bela!
domingo, 13 de novembro de 2011
Telegram.
Deixei minha tarde em meio de Hesse. No caminho das montanhas, árvores de conhecimento e um chalé de lembranças, a distância da cidade parasita é grande.
Harry está longe e feliz, suas frases mínimas e diretas interferem na alegria que ainda resta. Minha mente pesada e repleta de melancolia, com um aspecto cinza, produz frases de ignorância.
Ela sente que não há nada mais em seu coração.
Vai estudar. Fecha as futuras linhas.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Em um canto do mundo, estou perante o juiz, aquele que me odeia. Relevando meus pecados, as ideias, e o chamado caos.
Conheci adoráveis.
E conheci outros.
Nestes outros, não me encaixo.
Saio em busca de um lugar onde não julguem.
Saio em busca do impossível.
Desejo te ter e sentir o fim.
Pois estamos no fim.
Sempre é o final, nunca é o começo.
Pois em "Tristessa" aprendi que nascemos para morrer.
E eu fico aqui, passando ensinamentos aos que não aprendem.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Todos os "te odeio".
terça-feira, 8 de novembro de 2011
...
Eu preciso de ti e ao mesmo tempo não posso.
Você é mais do que imaginei e em ti encontro minha felicidade.
Perdão alegria de minha vida. Saiba que tenho o “querer”, mas ainda estou no “poder”.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
70. Agora juntos.
Ela reclama do calor.
Acostumo-me pouco pois nenhum lugar me agrada. Tenho ódio e repugnância de muitas pessoas.
Repleta de costumes, prendados e burgueses. Ela esconde toda sua vida podre e solitária. Não gosta da definição de “lugar” nem de “tempo”. Vive em constante ódio de si mesmo.
sábado, 5 de novembro de 2011
Destruição.
Ela sempre senta no mesmo local, é problemática ou somente repetitiva? Procura ser divertida com todos e simplesmente entra na forma de convivência dos locais. Mas não é somente isso. Está com problemas e sabe. “Não inteligente" possui uma casca que envolve todo o seu ser e sua alma. Sua classe é sua má reputação deixa todos á sua volta na ausência momentânea.As flores enviam a felicidade, seus olhos choram e seu corpo dói. Ela sente seu cheiro e seu toque. Mas depende de tudo. Precisa caminhar e tem medo de se adiantar ao correr. O silencio e sua droga de ódio interior traz a cautela que teve durante todo o relacionamento com as letras.
As palavras não, elas saem sem interferência. Ao tocar o nada sentiu o frio de seu sangue. Tem poder.
Ela não vai conseguir e sabe disso, ninguém oferece ajuda. Pois não possui contatos suficientes, capital e principalmente alma repleta de mentiras. Tratou durante toda vida sua inimiga principal com todo respeito, nunca negou o ódio, mas sempre sofreu com os desaforos, não imaginou a mente perversa e os planos de destruição pessoal que encontraria no caminho. Assim foi o segundo plano na escola, até hoje é e ela sabe, mas não desiste, fora igualmente. Não nega o drama, não nega os desafios e aproveita da oportunidade. Agora, sem suas armas, sem a ajuda do leite materno e do clero perverso fica no fim da pirâmide. Não deixando de surpreender e de ameaçar. Segundo alguém que não lembra o nome, quem ri por ultimo ri melhor.
I'm with You.
Estou esperando no escuro.
Pensei que você estaria aqui agora.
Não há nada além da chuva.
Sem pegadas no chão.
Tento ouvir algo, mas não há som.
Não há ninguém tentando me encontrar? Ninguém virá me levar em casa?
É uma maldita noite fria.
Tentando entender a vida.
Você não vai pegar minha mão.
E me levar a algum lugar novo? Não sei quem você é, mas eu estou eu estou com você.
Estou com você.
Estou procurando por um lugar.
Tentando encontrar um rosto.
Há alguém aqui que conheço?
Porque nada esta dando certo, está tudo uma bagunça...
E ninguém gosta de ficar só.
#Lindasmusicasparatodos,paravocês.
Como todos precisamos de alguém.
Avril Lavigne. I'm with you. (Avril Lavigne & The Matrix)
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Divisão simples.
Pode estar longe, mas foi a ti que entreguei tudo. Agora que estou nesta divisão penso que me sente onde está e paro de sofrer.
Obrigado por existir.
Preto sobre preto, vermelho sobre vermelho. Coma meu corpo, BEBA MEU SANGUE. Me leve para longe.
Vamos invadir casas, vamos sorrir juntos, vamos rir dos outros e encontrar nossos desejos em cada coisa nova.
Depender, sentir, entender.
QUERO, TENHO, ADEUS.
sábado, 29 de outubro de 2011
Pausas e vírgulas de um pequeno.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Em algum lugar do tempo.
*Lentamente as lágrimas escorrem. Tento não te questionar, pois descobriu o que é melhor, ou não.Desejo sofrer mais, eu mereço. Estou dividida. Poderia eu entrar em uma guerra?
Assim deixo este lugar e olho para todos os cantos, procuro vestígios de sangue pelo local. Nada.
Estou sangrando ou é impressão minha? Meu sangue não tem cor nem sabor. É impuro. Como a prata para milionários. Não fui nada e nada serei. Agora não tenho mais especialidades. Atração e desejo. Vamos bater palmas para a negação. Uma criação que faz mal e é acompanhada por demasiado risco. Enfim caminhamos juntos em algum lugar do tempo, nos sentamos em um bosque com cheiros viciantes. Entre um abraço e outro, rimos de uma pulseira branca. “Ela deu certo, ele diz." Lemos juntos poemas adoráveis. As risadas param. Cautela!
Tudo branco. Descobrimos que ela caiu no chuveiro, sentou em um canto e cortou os pulsos. Disse que em algum lugar do tempo era feliz, desejava pular essa parte de desgosto.
Sempre foi dramática, tinha problemas. Quem seria feliz ao seu lado?! Assim evitou problemas ao marido, essa menina poderia fazer qualquer coisa. Deixou algumas coisas pra ti, vamos ver?
Era uma pulseira branca, foi arrancada antes de ir ao chuveiro. Precisava de espaço para as laminas perfurarem corretamente o local. Como um tiro certeiro no coração. É rápido. Simples. Fácil e longe de todos os ideais. É original.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Medo.
Um dia somos dois, outro um só. Sou tão diferente que vou passar meu fim de semana na floresta.
Qual a coisa mais importante para mim? Uma menina que não tem nada por ai. Que vive da dor e dos momentos de felicidade... Precisa dele, que tanto tem, em compromissos, vida e bem estar" mas diante de nós nada importa. Não trata as coisas com delicadeza, e ri, RI! Da intimidade dela. Agora, nada vai restar...
Ela pede perdão por ser uma pedra no caminho, de estar sempre atrasando a vida e os compromissos. Com seu MEDO, SEU TERROR PESSOAL.
Pedra, saco de nada.
É a vida dela, onde não sabe se é o ou não. Se o tem, ou não. Ela chora, idiota. PARE COM ISSO! Não saia por ai, e chore por dor;
Me largue.
Ele não tem reações, mas percebe que quero. Abraço com força e sou deixada, sim, "me largue, me largue". Saio caminhando rapidamente, com lágrimas nos olhos e tristeza. Adeus lugar devastador. Correndo pelas ruas.
"As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar." (Leonardo da Vinci).
Assim, caminho pelo sol quente que queima minhas lágrimas. Não sei me controlar, irritante ao máximo, preciso de você aqui.
Deixo a cidade o mais rápido possível, quero apagar esse ato de minha vida. Entro em um beco sem saída e deito no chão, as lágrimas não param. Chega Fernando. Entro em desespero.
*
Me pergunto o que realmente está acontecendo.
Essas lágrimas não são minhas. Fiz curso de teatro durante muitos anos e nem sei quem eu sou. Meus dias passam e até hoje não sei quem é aquela garota, ela deu os lábios, mas por quê?
Antes, depois, agora. Pessoas diferentes em um mesmo corpo. Chego a pensar em bipolaridade! Minhas risadas e meus atos são deveras falsos. Hoje não fui eu mesma. "Cuidado com as palavras de baixo calão".
Hoje fui você.
Estou buscando minha verdadeira pessoa que ficou trancada em algum lugar e não tem mais como sair. Deixou toda sua vida em um contado e em todas as coisas alegres que disse.
A pessoa obscura, que pode ser forte e calma. Mas com ele por perto, precisa de algo mais.
“Largue-me, me largue, me largue agora.”
O ódio chegou a uma velocidade e em uma escala sem precedente, será difícil perdoar algo em que afundei minha cabeça e meu coração.
- Não vê quanto eu preciso de um espírito aqui?!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Fernando volta, quer a relação.
Assim, quando acordou percebeu que Fernando continua o mesmo. E o homem ao lado?
Quem é Fernando, quem é o homem da mesa ao lado? Como Fernando se veste? Como é a voz de Fernando?
Por um dia, ela esperou Fernando, mas ele não apareceu, ela vai abraça-lo. Mas sente que há algo errado, como está Fernando?!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Homem da mesa ao lado.
Meu mundo girou, percebi que havia bebido demais. Estávamos em um boteco, eu e Fernando. Ele, cantando a musica que tocava totalmente desafinado. Eu, dando meus últimos trocados para o homem fedido do caixa.
Em uma mesa, vi um homem. Cabelos pretos, barba rala, olhos profundos e baixo. Tocava algum instrumento. Pois tinha um comportamento musical e decidido.
A musica que tocava era Angie " R.S" . Uma de minhas favoritas. Havia bebido demais, novamente disse á Fernando. Ele que detestava o homem da mesa ao lado, conhecido, pois tinham confusões literárias, trocava olhares fatais. Enviava e não recebia nada em troca. Isso o deixava totalmente irritado.
O "homem da mesa ao lado" estava acompanhado. Não olhei para a mulher... Somente sei que o homem precisava de mim, e eu. Preciso dele.
Aroma.

O mundo anda! Por que não giraria?
De manhã tenho o olhar tão perdido e o aspecto tão morto... Caminho pela casa e nada vejo! Meus olhos, eu. Onde estou?!
Conheço ainda a natureza? Conheço a mim mesmo? Depois de um tempo, os superiores comentam: - Nunca vi fazendo tal coisa! -. Mas o mundo anda! Por que não giraria? Precisamos de audácia. Precisamos do "novo".Cumpre se submeter ao batismo, se vestir, trabalhar!Às vezes sinto que não me conheço, não conheço quem vive comigo, diariamente. Quem é aquele que chamo de irmão?! Segundo Rimbaud: Rápido! Existem outras vidas? - Não fiz o mal. Os dias me serão leves, o arrependimento, poupado. Não terei as torturas da alma quase morta no bem, de onde sobe a luz severa como dos círios fúnebres... -.Mas o relógio não conseguirá dar senão a hora da pura dor! Preciso de ajuda. Soluções. Há outra forma?
... O perfume que sinto penetra minhas glândulas, de onde vem? É tão atrativo que não só eu sinto. Caminhamos em torno de uma flor e decidimos arrancá-la. É tão linda que atrapalha a visão do mundo. Mais bela de todas. Vamos compará-la a uma que está na praça já há duas semanas. Nada igual. As diferenças começam no perfume e na cor. Se já sabia, para que fazer isso de novo?
Tenho alergia á perfumes. Maldição... Sendo que a palavra que mais me chama atenção é “aroma”.
Tento conversar com uma senhora. Mas ela não escuta. Preciso de informações sobre a flor..
Saio da praça com a mais bela das flores em mão.
Sinto pena, dor, frio e o nada. Deixa o momento mais agoniante possível. Carrego um bloco de anotações em mãos. Anoto:
“No décimo dia, do décimo mês. Tenho em mãos a mais bela das flores, mas como não tenho informações vou joga-la ao chão. Já me privilegiei em tira-la de suas raízes”.
Caminho e o cheiro da bela flor ainda esta em meu corpo. Sendo assim, permanecerá comigo até o fim do dia. O dia mais doce de minha vida;
É apenas uma flor...
Melancolia.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Estamos em um jogo. Venha até aqui.
Está perto, mas tão longe.. Situação: O tempo, demonstra que vai chover. Como em meus olhos, demonstra. Posiciono minha mão na janela. Sinto um vento. - Sim, chuva! -. Pouco depois, esquenta. Pois alguma mão tocou em mim. De quem será?! É um jogo, você some e reaparece. Façamos tudo, como cão e gato, assim, dia e noite. Somos preto e branco. Mas há algo em especial. O jogo não termina, será eterno. Não seguimos as regras. É uma tensão que faz de tudo, melhor. Era mal, irônico. Mas é o jogo. Ficarei aqui pouco tempo, te esperando. Você não sabe o que sinto. E nem sabe por que estamos assim, nesse jogo arrebatador, que difama até os mais sábios. Com poucas palavras, seus sorrisos fazem de mim algo especial. ''Aprendi a ser frio, assim como você aprendeu a me ignorar. ''
Vou te esquecer, pois você me esqueceu. Prometendo algo que pode não ser verdade. Se quiser voltar a me ver, sentir minha infantilidade. Sinta o poder do chão.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Sinto como hoje.
Escute...
....
É ele! Aos seus lugares, posição!
Foi assim, tudo começou ao te ver, seus olhos amarelos e estranhos. "Gosto do "estranho", não, gosto é de perigo, de SUSPENSE".
* Segurei sua mão com dor, imploro desculpas, te sinto...
Seus olhos se fecharam e sua alma subiu. Para onde não sei. Cheguei quando já estava pálido, desabei. Chorei, chorei, chorei...
Todos choravam, era querido por todos, seu gesto simples e lindo. Querido, sentirei sua falta.
Escrevo por ti, pelos caminhos que mostrou.
Ela chorava mais, estava rosada. Depois pálida e cada vez mais triste. Deus, até quando?!
E assim, a dificuldade da falta estava apenas começando.
Á um lugar melhor?! Não sei... Queremos estar bem, como você...
Relembro as ferias de Julho, se não me engano. Falava com dificuldade. Palavras sábias, como ninguém mais vai dizer. As palavras que me ensinaram tanto, com cautela. Dizia que me amava. Começou á dizer isso quando descobriu sua doença. Te admiro tanto. Ele sabia quando iria nos deixar.
Sua risada, á nossa chegada. Seus abraços fortes e acolhedores. Deus, como era bom... Agora não tenho mais, somente lembranças, mas boas.
Os beijos que dei em sua testa quando se deitava na cama. As piadas que contava.
Ouvir sua respiração ao dormir.
Churrasco como o dele ninguém faz. Tem um gosto especial. Seria amor?
Sim, só pode.
Avô, esse é pra você, nessa melancolia em que me encontro. Te lembrar me enche de alegria. Obrigado por tudo.
- Estão puxando a cadeira... *
... Um pequeno texto, mas o amor que sinto por ele, não pode ser escrito, somente sentido. Avô, vovô, vô.
Nada, tudo, nada, VOCÊ!
Nada, ao seu mundo e tudo, ao meu mundo. Lógico, sem mim, "meu mundo" não existiria. Olho em seus olhos, uma troca de olhares fatais. Penso em frases que li em "Tristessa". Oh Deus, como pôde escolher o outro caminho... Nada, ao seu mundo, á Terra. Tudo para mim, para algumas pessoas, poucas.
Percebo que sou o "nada". Mas para mim, o nada é tudo.
Caminho pelas ruas, com rapidez. Tenaz. Tenho um ponto fixo. Preciso do "tudo" . Todos querem o "tudo". Eu não, quero você. Apesar, quero sim o tudo, meu tudo e você!
Por isso que caminho, você caminha?!
Teus olhos irritados, o som de sua voz, demonstra Tristessa.
Meus caminhos trilhados. E que ainda vou trilhar... Só enxergo você; Só deixo Tristessa.
Te sinto e escuto em todos os cantos. Ainda chove.
Ainda chove.
Ainda chove.
Apesar de nada, o tudo ainda existe. Mas chove, dentro de mim, o tempo já mudou, eu continuo a mesma, chorando, cantando, sorrindo as mentiras.
Somente sorri para te ver sorrir, escutar a sua voz. Te quero de volta.
NÃO! Te trocarei pelo tudo, mas as pessoas na rua ainda não olham em meus olhos. Malditas.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Original.

Subo em seus sapados, não vou te deixar ir.
Fique, fique aqui! Te peço!
Não me deixe...
Então... Pelo menos, não me odeie...
Palavras de fé, de ódio, amor e sedução.
Tenho um coração que pode estar esfacelado... Te sinto, te quero, te desejo...
Agora, um "alô" da queridinha revoltada.
Ainda tens um sonho seu verme? Vá fazer companhia a ele. Imagine, tenha ideias bestas, que vão direto ao fogo, meu fogo, vou te queimar. As vertigens, coisas estranhas... Se odeie. Se odeie.
Ninguém te dá valor, todos querem grana, ouro. Te usam, abusam.
Cante, cante!
Não cura... Imagine "idealize" que você não vale nada. Imbecil! Como ainda fica feliz em meio de tudo isso?! Governos corruptos, africanos "não só eles, olhe com cautela ao seu redor" morrendo de fome!
Motivo? Gananciosos coloniais!
Quem paga? As crianças que não pedem pra nascer, os pais... Que só sofrem... E morrem aos poucos. Aos pouquinhos... De fome, de sede, de tanto trabalhar...
A morte é a melhor invenção da vida... Tira todos desta sacanagem.
E a pessoa que você pensa que se importa com sua carne e seus ossos, no fim não existe.
Tenha paciência, uma pequena paciência.
Caminhe pelas ruas, abuse da diversão.
Conheça a maldição, o ódio.
Mas tenha paciência.
Um dia, o pior some, a morte chega, e o sonho pode ou não se concretizar. Mas não viva dele.
Como Fernando Pessoa. " O lago nada me diz, não sinto a brisa mexê-lo". Nunca ouvi nada do lago, mas também, ele nada sentiu as tantas brisas que o enviei. Tá... "Algo" faremos, uma mensagem deixaremos, e enfim, algo iremos retirar." Por mim, não quero ressuscitar" Desta droga que consome meu tempo. Meu pequeno vicio.
- PERDEU SEU TEMPO LENDO ISSO, eu, perdi meu tempo publicando isso.
sábado, 15 de outubro de 2011
Divisão, confusão.
Sinto que me encontro dividida entre dois lugares, tão iguais.
Não falte.
Te pedi, não deixe.
Mas foi...
" Se quiser que eu evapore, é só falar".
Venha até mim, agora. Estou esperando.
Tempestade fora e dentro.
Chovem lágrimas, pecados e dores.
Pecados?!
Lá fora faz sol, dentro de mim não.
Continua sempre a mesma coisa.
Como continuo sempre admirando as mesmas pessoas.
Você não. Você muda conforme os atos...
Se digo que admiro alguém. Admiro para sempre.
Lá fora chove, faz sol.
Dentro de mim é sempre o mesmo. Ou não?!
Chove, dói, arde, palpita, pulsa.
Te sinto, sinto seu cheiro.
Quero mais, quero menos.
Aqui dentro chove, lá fora não chove mais.
Venha, vamos apreciar a tempestade, prefere lá fora, ou admirar a tempestade que ocorre dentro de mim?
Pequeno, mas forte.
Eu caminho e sinto a velocidade das noticias ao meu redor. Passo pelas pessoas e sinto que me miram, que sabem de tudo. Parasitas enlouquecidos, desejam algo de mim, mas não posso ceder. Continuo, tenho um destino. Ou não?!Em cada canto que piso, deixo minha marca. Não quero passar em vão... Alguém vai sentir falta de mim?! Me perguntam, eu pergunto... É frequente!
Vamos buscar a felicidade, todos juntos. Vamos parar com perguntas ideológicas. Deixar esses questionamentos pra traz. E viver. Viver intensamente. Buscar a felicidade! Admirar o simples, sentir mais intensamente.
Viva comigo, não quero viver só, ninguém quer. E se é, deseja não ser.
Sinta falta.
Sinta a dor, mas a deixe pouco depois...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Selena e Helena. Elas não falam!
Vou tomar banho.
Depois do necessário, entro no chuveiro, sou Helena, sou Helena, sou Helena, sou Helena?!
O chuveiro me faz pensar.
As gotas começam molhar meu cabelo.
Droga, hoje não deveria lavá-lo.
Helena fui até ontem. Mas é assim que todos me nomeiam.
A cada dia, sou alguém. Ou não?!
Helena é feia, Helena não gosta de quem é.
Helena deseja ser Selena.
Selena deseja ser Helena.
Helena caminha pelo banheiro chorando de ódio e pavor.
Selena liga para Helena no momento que encontra rastros de sangue no quarto.
As duas moram juntas. Mas não falam pessoalmente.
Helena depende de morfina.
Selena depende de amor.
Helena não come. Deseja ser leve, para voar.
Deus, desejo que me veja. Ele não escuta.
Ele é triste, como quer. Como deve ser.
Somos tristes, estamos tristes hoje.
Selena e Helena se odeiam.
As duas vão morrer juntas, dividir novamente o apetite dos vermes.
Helena vai morrer triste, pois não voou, como uma borboleta.
Selena vai morrer sozinha, sem amor e ser ternura.
Mas vão morrer.
Como em 'Tristessa' Nascidos para morrer.
Degustando letras.
E eu caminho novamente, a casa escura, como o meu ser, como toda a minha mente e meu coração.
Desejo que passe, mas não, se passar, passará. Tudo deixará de existir, e esse tudo é o que me resta. Meus atos não correspondem ao desejo total. Que fazem parte do tudo, o tudo que me resta.
E eu escrevo com dores, angústia. Viro e vomito tudo. Novamente o tudo sai. Mas não, ele parece angustiado, como eu.
Me chamam, grito, mas não escuto minha voz. Onde está?! Cadê o som?!
Deixei em uma escada. Ultima vez que falei. Cada palavra em um degrau. Passo os dias nela, colhendo letra por letra. Desejando que o mundo mude conforme meu ideal. Ideal que eu sigo, mas somente eu. Passo chorando e relembrando momentos que não voltam mais.
Cada letra lamentável que enfio com força em minha boca, que me fazem babar de emoção. Fico satisfeita com poucas comidas gordurosas. Vomito em cima de você. Sento novamente em um degrau e espero. Espero comer mais letras.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Fechado.
Caminhamos juntos, pensamos juntos.
E com criatividade, produzimos juntos.
A breve temporada, foi breve.
Ou não?
Fiquem com algumas "obras" se assim chamadas;
As obras, que juntos produzimos.
Gracias" por todo apoio.
Obrigado, por esse acompanhamento.
E enfim. O fim chegou!
Adelante...
Um erro e uma ameaça.
Em menos de pouco tempo, a transformação acorre aos animais que se adaptam ao ambiente. As presas, logo desistem de procurar alimento e perdem a vida. Pouco a pouco.
''É tudo questão de pensar positivo, você é do tamanho do seu sonho amigo.'' Alguns definem.. Sonho... Outros definem como "ideal á ser alcançado" Mas eu não tenho... Imagino não ter ideais... Creio não perceber. E choramos.
Choramos por brigas, medo, sentimentos, alegrias, sensações, por pessoas, por amigos, por objetos, por tantas coisas. Que poderia uma pessoa chorar a vida toda... E se é assim, é bom?
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Caminhando com as mãos...
Não coloquei os pés, pensei em visitar, acompanhei a construção do centro comercial "lucro minha gente!" Comprem, gastem seu dinheiro suado "quem sabe... De outra forma"... Aumente o nível e dificuldade social! Façam crianças sofrerem, principalmente os pais! Continuem enfiando nosso dinheiro em palmeiras de enfeite! Engordem crianças...
Vivo ainda neste quarto, desde criança, e aprendi da pior forma o que é dinheiro... Da onde vem... "agora, as crianças vão é fazer mais birra, o som será choro, a visão lágrimas. O sofrimento, o coração dos pais... "
Lá sim, encontro o ideal de ditadura... Lindo lugar, enche os olhos. Pelo que vi por fotos... Mas o local é cercado por uma bolha de "interesses comerciais". Compre doces, produtos, COMPRE! Sinta a vontade.
Claro, o bom berço passará boa parte da vida cercado de riquezas. Mas e os outros?! Oh Deus, isso é Chapecó! Vamos crescer! Gaste, quero é a visão, audiência de produção! Grande mês 10.
Sim, temos diversão... Vamos ao Shopê?
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O Sonho não existe.
Ei você? Tem um sonho?
Se chora perante desilusões pare agora. Essas merdas só servem para prejudicar. O "sonho" é um ideal de felicidade. Mas ele vai morrer junto com você. Conversar com os vermes e sorrir em fotos de família.
O necessário é um barraco pra morar e pão pra comer. O resto é luxuria. Levei muito na cabeça, paus e paus. Estrelinha POP, depois disso, sonho é não ter vontade de cortar os pulsos ou ver uma droga de corda na minha frente.
Em vez de realizações possuo um sexto sentido agora. O sexto me diz que nada vai dar certo, e você não vai virar o jogo, vai viver sempre naquele barraco, a musica agora é uma droga, e ela separa você. Procure não chorar agora, ilusões, ilusões, ilusões...
Apague as porcarias, os vestigios que sobraram, tire o pó. Você não passa de mais uma pessoa neste mundo. Só disso.
sábado, 1 de outubro de 2011
Um novo "recomeçar".
O dia chegou, foi ele o mais esperado de uma semana turbulenta. Realizamos as tarefas diárias de uma forma desgastante. As coisas do mundo não estão aqui por nós. Mas nós por elas.
Quando a poeira resolveu baixar, e repousar em seu lugar. Percebi que cada objecto permaneceu ali. Como a palavra "Vietnã" que ousa ser escrita errada.
Claro, um dicionário é grande companheiro em produções textuais.
Qual o problema dos meus olhos? Qual a dificuldade de saber onde os móveis devem ser colocados, quando a poeira deve ser limpa e tocada para recomeçar a vida?
Poderiam os planos familiares intervir no "destino"? Aqueles que ousam cair em dias importantes propor qual a prioridade\desejo?
Pois bem, sou uma pessoa profissional em "tomar nos dedos" e que adora errar. Suponho que não sou a única que tem um passado oculto. Ele permanece dentro de nós. É uma "mancha" que reflecte o nosso ser presente e futuro. Faça dele uma reflexão preciosa. Aquelas que interferem de uma forma clara e única. O passado é feito para isso, aprender e utilizar de uma forma sábia.
Aprenda utilizá-lo. Assim como aprendemos que o fogo queima... E queima mesmo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Mudanças
O mesmo ocorre quando se sente sede de revolta. Você permanece intacta. Vê que não é o suficiente para todos. Tornar-se indiferente é o desejo. Ou correr para longe... Fazer a maior besteira que mudaria sua vida para sempre.
Eu nunca disse adeus. Passe um século, dentro de cálculos e livros que não apresentam nenhum sentido.
Sua presença não faz diferença, suas palavras absurdas também.
Ele quer "UM" caminho diferente, não você.
Perdeu tudo, não se conhece.
Perdeu tudo, mais ainda.
Está perdendo tudo.
Não lembre de nada, somente fique esperando...
Que melancolia, que desejo de mudança. Qual o sentido de tudo aparecer assim, em tão pouco tempo. Desejar que tudo mude faz parte, mas em que tempo?
A areia tocava meus pés. Nós dois antes estávamos juntos. Parecia que enquanto caminhávamos havia uma grande preocupação em seu rosto.
Comecei á fazer perguntas, suas respostas eram sempre as mesmas. Mas argumentava com uma razão e certeza...
Um caminho difícil... Sua vida é surpreendente. Uma admiração que enche os olhos e a mente.
Tinha um amor incondicional por estradas diferentes. A minha, é insensata e reta. Não pelo gosto, desejo. Mas sim pela realidade.
Se fosse por desejos...
Durante o caminho que seguiamos, aparece uma velha conhecida. Que pega a direita. Ele faz um sinal de espera.
Sem a menor consideração, diz que deseja ir junto. Tem seus motivos, que permanecem ocultos.
Com o maior desgosto, digo que siga por onde desejar. Ele, com sua vida. Eu, com a menor vontade de o largar.
O caminho faz de tudo irreal. Faz dos sonhos, pesadelos... Faz do desejo de rir, lágrimas que escorrem pelo rosto, com uma expressão mais que triste e dolorosa. Sigo reto, pensando no pouco pedaço de terra que pisamos, ou seria areia? A memória difama!
Olho em minhas mãos, vejo gotas de sangue.
Fazem dias que não como. Encosto com a ponta da língua neste sangue. Doce, muito doce.
Sou intocável. Uma maldita que circula por estes caminhos sem fim. Aquela que não troca de humor. Está sempre esperando aquele canalha na porta de casa. Com muita disposição.
Perguntas e desejos não são realizados.
Esqueça desse curto espaço de tempo...
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Finalmente, a temporada deixou de ser BREVE.
Como dormimos com a "grande" felicidade, e acordamos em um mundo que desejo chamar de irreal?
Tudo caiu, a vontade, a realidade e a segurança... O que era exemplo, tornou-se medo, euforia e a pior atitude...
Essa breve temporada, de dois anos. Já está em um caminho diferente.
Ele apareceu nervoso... Disse que não havia nada á ser falado, tratado. Somente disse que era a minha nova realidade. Você deve ficar, e eu me vou.
Não há mais amor, entre nós. Foi a vida, geramos uma, que chamamos de: Você. O trabalho foi feito. Agora já tens idade suficiente para se virar sozinha. Vou largar as duas. Sumir...
E a intrusa ri, pensa que não é culpa dela.
Quem irá me largar primeiro? Merda de artista, merda de sentimentalismo.
Me largo para a vida, se devo cuidar-me sozinha... Vou conhecer, agora sim. Vou ter aquela droga de realidade bem presente, em frente aos meus idiotas olhos azuis.
Se tudo se acaba assim, vou ter vontade é de acabar com tudo. Bando de sem reações. Parece que o punk voltou á tona.
Ou sempre esteve correndo pelas minhas veias?
Desejo que isso não ocorra, mas existem loucos. Loucuras que nos fazem sofrer, sofrer e sofrer...
Eu luto para "não", eu corro do "sim"... Com as informações que tenho, será que serão somente dois conhecidos?!
Mas não, novamente... Quero correr para longe!
Correr para ti! Que dirá um não, me rejeitando. O terceiro da história...
Sentirei falta dos devaneios, mas não posso deter meu sentimento mediantes as palmas, que são para ti... Palmas que recebe todos os dias de meu coração.
Maldito coração!
Mas aquele que chamo de pai, não será mais encontrado. Como eu. Que quero mais é sair daqui. Somente se conseguir ficar junto á ti. Meu novo pai. Pai que poderei chamar de padrasto, ou "admiração plena e forte". Para sempre...
SUA admiradora, filha e futura desconhecida.
ALGUM DIA CHAMADA DE NINA, MAS AGORA NÃO SABE SE É ...
Uma imbecil, por acreditar que seus "desejos" existiam.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A verdade é que não há verdade...
Fugi de casa hoje. Pela manhã. Acho que nosso relacionamento acabou há anos. Depois que vi você com a vendedora de produtos de beleza.
Maldita vendedora... Desejo que os produtos causem uma alergia incontrolável. Quando á vejo, penso que é um palhaço e que o circo chegou á cidade.
Mas preciso pensar em mim de agora em diante.
Se você está com ela, fique bem... Mas eu já fui. Deixei de te amar há muito tempo. Você começou engordar, tornou-se relaxado e fútil. Encontro lixo por toda a casa!
Sinto saudades de quando tu tinha 30 anos. Quando saiamos para beber, e aturávamos juntos as dores do dia seguinte. Começamos isso cedo. Quando eu tinha quase 15 anos, você, era mais velho.
Conseguimos vencer a fúria de minha mãe, mas pouco á pouco você conquistou o coração dela.
Estou relatando nossa vida. Para que todo esse tempo não passe em branco, sem uma "recapitulação".
Saiba que guardo todos os momentos em minha grande memória.
Desvendei cedo o maldito bar. Os seus amigos inúteis. E a vida que há longe deste centro burguês;
Saiba querido que não me arrependo de nada! Que todo aquele tempo de visitas, e de esperas para te encontrar nos estudos, foi tão delicioso.
Entenda, que sou ciumenta. E que não há razão em ficar brigando por uma vendedora de cosméticos. Ah, vida.
Encontrasse para te sustentar, uma garota mais jovem... Tu já está indo...
Senhor...
.
.
.
.
Lembra da noite, em que compraste a bebida mais cara do bar da esquina?
E que saímos para beber no banco da praça?
Esta foi a noite mais dolorosa e divertida ao mesmo tempo. Espero que não realize esses planos com ela.
Pois é só nosso.
Nossa ultima conversa... Pois estou indo para longe... Muito longe. Preciso afogar as magoas. Escrevo esta carta no mesmo bar. Deixei aqui, a continuação.
DE SUA ETC...
ELIZABETH BENNET
sábado, 24 de setembro de 2011
De controlada, para controladora!
Seria ignorante de minha parte sair da "comunidade".
Meu rei, faz coisas que a população certamente aceita, sem questionar. Pois seu maldito poder, faz da massa, que não possui nem um pingo de censo critico, cega.
Não sou cega, tenho medo.
Sou velha para "certas" coisas.
Mas quem não tem a capacidade de ver isso? Ver o "rei" mentiroso, ver que tudo não é por acaso, ver que é possível existir o destino... Mas que ele pode ser mudado, conforme você deseje.
A mentira existe, ela sim faz de você que vive em ideais aproveitadores, sendo controlado por imbecis, um imbecil...
Não quero viver por um rei, mas vivo. Vivo pois tenho medo de mudar. Vou me tornar má, passei de "controlada" para uma "controladora". Vou mentir, mas ninguém vai perceber.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Luz
Apagava-se pouco á pouco.
Era simples, mínima.
Mas ainda estava viva.
Um pequeno vestígio, como minha passagem pela terra.
Aquela luz forte, de inicio... Apagou-se.
Tentei a manter viva por todo meu caminho, mas aclamando-se ... Denominando-se.
Se um dia por acaso, você encontrá-la, procure pelo número de identificação!
Não á roube... Por favor...
Um dia á pendurei em uma árvore.
Outro dia, posicionei em uma janela.
Quanta atenção chamava...
Minha linda luz...
Nunca descobri do que é feita!
Já levei para intelectuais.
Nenhum descobriu!
Maldita luz, apesar de linda, é cheia de mistério...
Mas sempre falam que o mistério chama atenção...
Atrai a curiosidade dos cavaleiros errantes.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Esperando na janela.
Nela, tento observar o mundo.
Como poderei fazer isto, se é somente uma janela?
Não posso sair, devo retirar o máximo de informações dela...
Posso ver as pessoas.
O comportamento delas.
Posso ver as plantas...
O ciclo delas.
Posso ver os animais...
A sobrevivência deles.
Tenho algumas informações.
Anoto tudo em um caderno.
Fico maior parte do tempo observando as pessoas que passam pela frente de minha janela.
Elas me olham com desprezo.
Sentem medo me mim, me observam com cautela.
Acompanho o dia de todos, o horário de saída e entrada. O tempo que retiram para o almoço e compras. Começo ter ideias para um novo trabalho.
O que pensam de mim?
Sou tão desocupada? Ou aproveito a vida de uma forma diferente...
Então, os poetas são parasitas para ti. São preguiçosos e aproveitadores.
Mas lembre-se... Agora sei onde mora, sei de todos os seus horários... Um poeta utiliza da imaginação...
Poderia dizer que nada aconteceu...
" Tô te esperando na janela aiá... "
Meu rádio velho.
Começo procurar algo.
Musicas miseráveis, gente miserável.
Uma musica que "presta". Duas, três... No máximo.
Me sinto cada vez mais afastada "disto".
Aquele censo popular faz de minha gente frenética.
Poucos, somente eu?
Tenho medo é de mim, de minha capacidade.
Diferente de você.
A cada dia da semana...
Vivo o prolongado!
Procuro respostas, procuro o ponto final.
Ai sim, vamos juntos definir e contar os vermes do chão.
Vamos juntos conjugar o êxtase...
Barulho atordoante.
Feche a janela.
Esconda a luz.
Meu reflexo provoca modorra.
Meu pensamento dói!
Penso em parar de pensar...
Mas o pensamento não para de doer.
Procuro uma corda, piso na mesa.
O "objeto" que envolve meu pescoço é áspero.
Pulo em direção ao nada, como uma criança faz ao sentir a presença da mãe.
Falta ar.
Falta vida.
Faltam respostas...
"Mentalmente" falando...
Não... Estou concentrado, encontre meu êxtase!
Ainda estou aqui... Me olhe!
Pare...
Ficarei aqui, até o fim.
Então, uma rápida troca de olhares ocorre.
Ele não olhou, acho que está aborrecido.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Atravessando barreiras.
Irmão invisível.
Estava aqui esperando, seu ego previsível.
Mas um dia se apagou.
Seus olhos escureceram.
A noite fria passou, meu instinto prevaleceu.
Tenho sede de ti, sede de mais.
Gira
Gira
Gira...
E se desfaz.
Caminho novamente
Vejo mais uma barreira.
Ficarei esperando
Ficarei na espera.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Para sempre.
É o fedor de sua existência. O fedor de suas palavras, seus atos.
Meu mundo agora é abandonado, vejo que ao meu redor, tudo se vai.
Mas não me engano, sempre foi assim, já nasci ignorada. Não me queriam, pois sou fútil, cresci fútil. Não mudo.
Não percebia, mas era acompanhada por certa "obrigação"... Meu mundo sempre foi uma laranja. Sempre caiu, mas agora está apodrecendo. E um dia cairá novamente ... Logo.
Assim caminho pelos cantos, vivo com certo nojo de pessoas ao meu redor. Faço por obrigação, por medo e sonho de gratificação.
- Certamente você está cercada de pessoas que te adoram. Olha o drama.
Sou tratada como "diferente" em minha família. Pelas minhas conversas cabeças...
Mas querida família! Chegou o dia de colocar as palavras em dia!
Sua glória divina! Sua crença em um ser superior ás fazem esquecer sua falsidade, seu medo do mundo, vocês não desvendam os subúrbios, os cantos dessa vida. Olhem a situação. Agora eu sou a ovelha negra. Pois bem, me encanta o negro, o preto! ME ENCANTA ESSA POSIÇÃO! Mas ainda sobra respeito, temos o mesmo sangue. Que fique assim, adoro ovelhas;
Parte da familia... Cuidado com as generalizações...
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Os olhos de uma criança.
Desvendei as entrelinhas, as pequenas letras, no escuro, meu escuro.
Na noite negra, que mostra seus defeitos, suas ambições.
Mas tudo isso se foi, após sua voz calar.
Quem me dera ressurgir das cinzas, viver perante ti novamente, nascer depois, nascer antes. Uma criança, com meus atos dolorosos, calorosos os e inexperientes. Chega, e domina meus sentidos, seus olhos atraem, para o fundo de sua alma, como se fosse uma porta... Para onde? Não sei, mas é.
Agora que vou descobrir.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Gato liberal.
Nas sugestões e nas ideias. Na massa e nas nomeações.
Meu gato é revoltado... Sofre racismo.
Convive com brancos. Mas em parte, fica no seu canto, é liberal.
Escrevo sobre meu gato? Sim.
Ele que acorda todas as manhãs. Para me acompanhar no café. Adora garantir minha segurança. E é principalmente ciumento.
Meu gato vive na melancolia, tem uma amor incondicional pelo seu dono. Trocaria alguns humanos por ele. Por seus olhos amarelos e sua chatice emocional.
Nós dois sofremos preconceito. Cada um em seu canto, dividindo dor.
Um passo.
Dois passos...
Olá, amigo.
Sorria, isso passa.
Não ligue, é o fim.
Estou aqui, querido.
Coisa momentânea.
Dor passageira.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Noites de agosto.
Estava deprimida, meramente jogada sobre a mesa.
Ai de mim! Pensava em ti, em seu sorriso...
Porque está longe? Porque não está aqui, ao meu lado, dividindo café?! Consigo ouvir sua voz... Estou dependente de tí... Mas aqui vamos.
Penso em escrever, mas faço isso a dias. Tédio cafona... Fico arquivando textos que fazem parte de minha vida, sinto que não devo publica-los. A musica, pela qual vivo, já me estressa. Percebo que não faço nenhum sentido. As coisas que mais gosto se afastam lentamente. Nem choque recebo mais.
Meu corpo não aguenta. Passo dias e dias interpretanto algo que não sou.
Mas faço disso uma nova forma do "correto". O desconhecido vigia meus passos. Você não sabe o quanto espero a hora certa, espero a hora de voltar a viver. Mas ela não chega. Meus impulsos não param... Controle... controle... controle...
Uma noticia, uma noticia...
Atual diversão.
Sorriso falso, invenções falsas. Revoltas verdadeiras. Caminhadas longas, sentimentos medíocres. Sensações estranhas.
Palavras, sons e estilos. Irradiando a ocupação essencial.
Adiante, sem parar. Quando menos penso, os olhos dominam o que seria extremamente proibido. Mas é. Infelizmente é. Pense, pare, reflita! Talvez seja melhor parar por aqui, nem mais uma palavra, nem mais um instante de preocupação. Livremente as peças se encaixam. O tempo, inimigo, amigo, rival?
Seu passado, meu presente, nosso futuro. Minhas canções, somente minhas. Suas musicas, minha floresta proibida. Nossas diferenças. A diversão desta grande e vasta implicância presente. Adivinhe o que penso e o que deixo de fazer. Seria uma grande descoberta? Mas agora já foi.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Podemos ver, sentir e ouvir.
Ignorância, meu lucro é sua diferença... Obrigada !
Vejo guerra, paz, tristeza, silêncio, amor, desilusão, grandes acordos, felicidade, ódio... Todas as coisas que fazem do mundo, um lugar em plena transformação. São acontecimentos que meus futuros familiares desejariam presenciar. Que para nossos olhos, não importam.
A indiferença e a vergonha nos fazem apenas colegas, não amigos. Somos conhecidos, partilhamos o mesmo planeta. Talvez no futuro, por alguma necessidade, dividiremos um pão. Aquele pão será o inicio de uma amizade. Mas hoje não. Vamos aproveitar e trocar somente um "Bom dia".
Mas, posso ser ignorante, o pão poderia ser só meu, somente meu?! É meu grande lucro, para ti e sobre ti, ele é importante!
Lastimar, sofrer. Adoraria... Se criada fosse eu, mediante as suas "iguarias".
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Dear Nietzsche.
" O anticristo - Maldição do Cristianismo ".
Alguns realizam obras para o futuro. Deixando de visualizar sua situação atual, consequentemente o tempo passa. A vida vai, e o tempo é "desperdiçado".
sábado, 20 de agosto de 2011
Longe vou;
Parecemos nômades, a terra tocando os pés, as mãos livres e sujas. O suco cítrico aguça meus sentidos, e o sol muda a cor de meu rosto. Assim percebo, devo estar neste local á muito tempo.
Minha aparência não te agradaria. Seus ideais são muito diferentes dos meus. Como a cidade, não sou bem vindo lá.
Seria porque não lavo os cabelos? Não escovo os dentes?
Sou "considerado" usuário de drogas os seus olhos, malditos e ignorantes. Somente porque sou "diferente" e não vivo em um mundo "materialista". Pois bem, fujo de seus costumes, fujo de suas "alegrias" convencionais.
Somente não gosto, não me convêm viver assim. Meu "orgulho", a submissão ao trabalho, não, não, não...
Minha "droga" é a tranquilidade, a "sua" é o dinheiro.
Maldita "droga" que levou tantos companheiros e "amigos". "Droga" capitalista, "droga" materialista. - sou besta ao dizer tantas "drogas" e "drogas" -. Entro em lojas, em cidades ridículas. A quantidade de olhares sobre mim, triplica, sou tratado com muita cautela. Cuidado?! Seria eu, um bandido, um criminoso? Exaustiva primeira impressão... Vivo com ela, e ela vive de mim.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Um festival de amigos;
- Frederick Buechner, Telling The Truth.
Não sou uma garota de muitos amigos(as). Vivo em meu mundo, cometando comigo mesma as atitudes "mesquinhas" que tenho, e que vejo.
Claro, não nego acompanhar as risadas presentes em locais que frequento, festas e festivais que sou convidada, mas não há alguem com que confie o suficiente para contar meus "segredos" comprometedores;
Existe sim, algo arrebatador, especialmente aqueles que já tiveram experiências completamente estranhas. Pode não parecerer, mas já vivi, se estivesse morta agora, não me arrependeria de pouco aproveito. Desejo somente viver, rir e consequentemente, aprender. Aprender com meus erros e acertos, meus sorrisos e lágrimas.
Sou encantada por frases e versos, os quais leio e releio várias vezes, não me "surpreende discursinhos de cartilha" mas aturo e aturo...
Aquelas pessoas que o praticam, menos ainda, contando que conheço muitas. Presentes em minha vida, e em meios de comunicação. Vejo jornais robóticos, quem são aquelas mulheres?
" Se não tem tu, vai tu mesmo".
Me arrependo de palavras ditas segundos depois, " Que droga foi essa?" Mesmo quando, não há ninguem com quem conversar, aprecio esses momentos, são preciosos.
Amigos? Quem são meus amigos, quem são seus amigos?
Segundo Lewis, rezemos para que a raça humana jamais escape da Terra para espalhar sua iniquitade em outros lugares;
Não tenho sossego, vivo cercada de barulhos desagrádaveis e tarefas apressadas. Imagino minha situação futura. Pobre de mim, vivo em um mundo sem fim do qual, nem posso desfrutar, rodeada de "vampiros" que ao tirarem o sangue de minha familia e de mim, nem sequer agradeçem.
sábado, 13 de agosto de 2011
Liberdade de expressão.
Mas analise , por favor, veja seus dois lados, antes de dizer irracionalmente, -CLARO, CONCORDO!
Tive uma "briga" recentemente pelo twitter, com um "imbecil" que fisicamente só serve para atrapalhar e expressar suas opiniões claramente incompletas e pouco vividas, se o mundo estivesse cheio de pessoas como ele já teria me suicidado, haha
Nessas malditas horas alguns pensam " Senhor, dai-me paciência, pois se me desse forças, juro que teria "matado" um. "
Matado? Tem certeza?
Viva, adquira experiências... Eles se acham completamente inteligentes, racionais, melhores, perfeitos e principalmente "adultos"....
Perante o senhor da experiência, voltam aos seus meros 14 anos. Nessa situação rebaixa-se, coloca o "rabo" em meio ás pernas.
Eu sei escrever? NÃO.
Leia este texto, não vale nada! Mas e ai? Vai fazer alguma coisa?
COMENTE AI EM BAIXO IMBECIL, SE TEM ALGO CONTRA, ME FALE.
Mas não fique falando mal de quem possui experiência e pode dizer alguma coisa com fundamento, "FUNDAMENTO" caramba...
A chave dos problemas sociais.

