Começamos desde cedo aprender a apagar o fogo, fazê-lo e viver da forma "ideal". Mas qual é o motivo de tantos ensinamentos? Deveríamos sofrer em pró de que?
O dia chegou, foi ele o mais esperado de uma semana turbulenta. Realizamos as tarefas diárias de uma forma desgastante. As coisas do mundo não estão aqui por nós. Mas nós por elas.
Quando a poeira resolveu baixar, e repousar em seu lugar. Percebi que cada objecto permaneceu ali. Como a palavra "Vietnã" que ousa ser escrita errada.
Claro, um dicionário é grande companheiro em produções textuais.
Qual o problema dos meus olhos? Qual a dificuldade de saber onde os móveis devem ser colocados, quando a poeira deve ser limpa e tocada para recomeçar a vida?
Poderiam os planos familiares intervir no "destino"? Aqueles que ousam cair em dias importantes propor qual a prioridade\desejo?
Pois bem, sou uma pessoa profissional em "tomar nos dedos" e que adora errar. Suponho que não sou a única que tem um passado oculto. Ele permanece dentro de nós. É uma "mancha" que reflecte o nosso ser presente e futuro. Faça dele uma reflexão preciosa. Aquelas que interferem de uma forma clara e única. O passado é feito para isso, aprender e utilizar de uma forma sábia.
Aprenda utilizá-lo. Assim como aprendemos que o fogo queima... E queima mesmo.
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