terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PARTE 2

Nada parecia fora do normal. Entrou no motel e tudo estava organizado. Colocou o pé direito sobre o chão de madeira. Rangido.

Uma mão toca as costas do novo visitante na cidade.

- PRAZER! Sou Helena!

Ele, com um alivio, fala com a moça.

- Olá Helena! Desculpe... Cuida deste motel?

Ela surpresa, responde:

- Sim, cuido. Gostaria de algo?

- Gostaria! Um quarto, por algum tempo.

O Homem e Helena sobem para o segundo andar e o quarto ao fim do corredor era o qual permaneceria.

Normalmente, o quarto estava limpo, mas um cheiro horrível vinha da janela, ou não. Havia um cheiro estranho no ar.

Ele deixa as coisas sobre a cama e deita. Pega no sono, havia feito uma viagem longa. Seus pés estavam frios e sua nuca soada. Delirando, apaga. Helena dos sonhos...

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Um encontro de corações. (PARTE UM)

Um encontro de corações.
As luzes se acendem. Em um cantinho distante de uma cidade pequena, a vida de poucos mudaria.
Um homem chega à cidade. Desembarca na estação e pega suas pequenas trochas. Caminha procurando um lugar para passar a noite e longe avista um motel. Poderia não ser uma boa ideia. Mas sabia que sua estadia ali, era pequena, curta e que motéis eram bem diferentes de hotéis.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Nada de nada.

Acho que não sei mais escrever.
Meus dedos não acompanham meus comandos.
O vazio é pior sem fé.
Mas é independente. Meu coração não é vazio. Pois te amo.

São as palavras e o som do violão.
Quando seus olhos chegaram e se apagaram.
Detesto lembrar o meu passado.
Mas em pequenos poemas é que envio minha dor.
E o detestar de uma vida estranha.