quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Prazer vazio.

Perdi o controle da situação, posso dizer que a situação sou eu.
Pensava que tudo seria mais fácil, mas as criticas destroem qualquer coração.
São como flechas prontas e prestes a destruir o alvo.
É a víbora de Cleópatra, são seus casos com Antônio e Júlio César.
Apesar de tudo, caso ache algum porto seguro, estarei lá.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Desde quando?

Em uma breve temporada, conheci amores.

Conheci adoráveis.

E conheci outros.

Nestes outros, não me encaixo.

Saio em busca de um lugar onde não julguem.



Saio em busca do impossível.



Desejo te ter e sentir o fim.

Pois estamos no fim.

Sempre é o final, nunca é o começo.

Pois em "Tristessa" aprendi que nascemos para morrer.



E eu fico aqui, passando ensinamentos aos que não aprendem.



terça-feira, 10 de abril de 2012

Um dia.

Tenho o desejo de acordar e não ser tomada por lembranças de erros passados.

Neste dia, quero sentir que o mundo está em perfeita harmonia...

Dormir sem medo, sem tantas preocupações!

Não sentir peso algum na consciência, deixar de lidar com defeitos e tristezas que surgem no dia-a-dia.

Aproveitar o melhor da amizade... Ao ligar a televisão não existiriam más noticias. Sem fome e doenças na África, sem guerras, sem dores. Somente um dia...

quarta-feira, 14 de março de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

Poderíamos casar. Teríamos um apartamento, tomaríamos café as cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola. O armário de porcarias. Adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia, saberíamos.
- Caio F Abreu

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sobre você, agora!

Querido, quantas vezes.

Em tantos momentos inesqueciveis.

Vou entrar nos lugares com a loucura.

Nossa loucura no teatro mágico.

Desculpe, mas aqui está a resposta que me pediu.

Nunca vou deixar-te ir.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ao som de The Killers.

* Em algum lugar frio, sentada em uma mesa de madeira, com um café, a neve lá fora cai, ao lado da mesa, um fogão á lenha. Maria escreve ao seu amor impossível, sempre esteve só... Ao longo de uma jornada sem fim.


Não te deixei decidir, como é possível tantos problemas?

Não é possível comparar. Todos pensam em algo que realmente não é VERDADE! O que existe entre nós nunca vai acabar. Definir em TONTA?

Sobre você agora, acabei por medo, pois minha mente não associa as coisas, tentei mudar algo imutável, "nós" não há como acabar.

Eu sei como se sente agora, estava errada.

Te fiz feliz?

Nunca mudei, só não estou igual ao que conhece! Tente ver melhor, além do que passou!

Quantas vezes você precisou de mim?

Agora estou aqui, pra te cobrar, algo que iria ser pra sempre! O que me resta?

escrever nesta carta, pra te lembrar...

Passei tanto tempo só procurando você em outro alguém... Mas não posso me enganar, sinto sua falta e ninguém pode saber. PRECISO de você.

Em um inverno, quando ainda era jovem, vi baleias, golfinhos... Era tudo tão simples. Agora o que posso fazer sem me locomover? Precisava ter seguido em frente, nunca busquei desafios. Todos sempre me olhavam como alguém tão diferente. ME JULGAVAM, SEMPRE FUI O MAL PARA ELES. Pois sentia o amor mais profundamente aos que se escondem atrás de palavras consideradas REGRAS!

Não existem regras! Querido, como posso mudar isso? Vou ficar até o fim da vida aqui? Sem você?

Te amo...