quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ao som de The Killers.

* Em algum lugar frio, sentada em uma mesa de madeira, com um café, a neve lá fora cai, ao lado da mesa, um fogão á lenha. Maria escreve ao seu amor impossível, sempre esteve só... Ao longo de uma jornada sem fim.


Não te deixei decidir, como é possível tantos problemas?

Não é possível comparar. Todos pensam em algo que realmente não é VERDADE! O que existe entre nós nunca vai acabar. Definir em TONTA?

Sobre você agora, acabei por medo, pois minha mente não associa as coisas, tentei mudar algo imutável, "nós" não há como acabar.

Eu sei como se sente agora, estava errada.

Te fiz feliz?

Nunca mudei, só não estou igual ao que conhece! Tente ver melhor, além do que passou!

Quantas vezes você precisou de mim?

Agora estou aqui, pra te cobrar, algo que iria ser pra sempre! O que me resta?

escrever nesta carta, pra te lembrar...

Passei tanto tempo só procurando você em outro alguém... Mas não posso me enganar, sinto sua falta e ninguém pode saber. PRECISO de você.

Em um inverno, quando ainda era jovem, vi baleias, golfinhos... Era tudo tão simples. Agora o que posso fazer sem me locomover? Precisava ter seguido em frente, nunca busquei desafios. Todos sempre me olhavam como alguém tão diferente. ME JULGAVAM, SEMPRE FUI O MAL PARA ELES. Pois sentia o amor mais profundamente aos que se escondem atrás de palavras consideradas REGRAS!

Não existem regras! Querido, como posso mudar isso? Vou ficar até o fim da vida aqui? Sem você?

Te amo...

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