quarta-feira, 30 de novembro de 2011

...

Eu tenho tanto medo, medo da vida e das relações nela presentes. Tenho medo, morro de medo...

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Me rendo..

Eu não sinto nada. Não sei o que falar e nem porque ainda caminhos pelos corredores fedorentos. Várias pessoas surgem do nada aqui em casa. Falam tanto e nada escuto. " Nina, NINA! " ...


Droga! Minha cabeça gira, gira, gira! Nada..


Fico pensando no além, nas merdas que fiz, e nas porcarias que desejo. Porcarias pra vocês...


Aquela minha grande amiga agora anda com outras, queridas e loiras. Opa! Lindas..


É uma dor natural, minto. Tenho motivos pra tanta dor, mas não sei expressar. Tenho um amor incondicional por ela, mas não consigo demonstrar, ela está sempre longe, e diz que sofre, mas não sei se é a realidade...


Meus segredos vão sendo revelados pouco a pouco.


Não sei qual é sua dor, seus desejos. Mas diga ...


Nesta encruzilhada, me rendo aos seus critérios...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Para Nina, uma amiga.. Sinto sua falta!

A Nina sabe que não importa. Ela mesma foi deixada de lado inúmeras vezes. Foi largada de uma banda, excluída de um teatro, e sempre é chamada pra uma briga. Suas amigas são lindas, deusas. Ela nada... Apenas, normal.
Nina não tem motivos pra uma caminhada tão longa. É tão estranha que vive chorando por ai. Mas tem os suas razões. Ela odeia a vida. Sabe que não chama atenção. Só caminha com a verdade e mostra a quem merece! Laryssa mora longe, Nina sabe. Mas elas sempre conversam, ora pouco. Mas com as palavras mais lindas possíveis. Nina insiste em mudar e aprender a ser como suas amigas, tem uma casca e lê psicologia.
Um dia vai aprender que a imagem não é tudo. Mas agora, ela está na realidade de ser excluída por quem um dia considerou "amigo".
Essa Nina está morta. Vocês, idiotas, perderam a oportunidade de conhece-la.

Sem rumo;

Andando... Andando... sem rumo, não sabia para onde estava indo. Iria para qualquer lugar longe dali, de tudo e de todos. Sentia algo deslizando pela minha perna. Tinha medo de ver o que era. Até que tomei coragem e olhei para baixo. Primeiramente, não identificara o líquido completamente estranho que jorrava dali. Estava escuro não enxergava absolutamente nada. Oh não! Era sangue. Sentia-a dormente, aos poucos fui perdendo a força, mas tentava correr o máximo que podia para sair daquele inferno. Fui perdendo a consciência, e ao mesmo tempo me perguntara “Será que a facada havia me atingido? Ou será que era só coisa da minha cabeça? Algo psicológico?”. A dor aumentara. Não sabia o que era mais doloroso, a dor em minha perna ou a dor em te perder para sempre. Desabei. Me perdi em pensamentos. Estava sem força. Não conseguia me levantar, nem ao menos me mexer. Aos poucos tudo foi escurecendo... A dor foi sumindo... Sentia-me como se estivesse saindo desse mundo...
* Minha linda prima, que sempre está ao meu lado. Te amo.

Bando de mentirosos.

Amigos não existem, coloque isso na cabeça, nesse exato momento. A coisa é uso e abuso. Nada demais. São interesses e vontades. Uma hora, outra hora.
Os olhares são a vontade, e as palavras o interesse. Os gestos o desejo. Os seres humanos convivem para sobreviver, o ódio corre no sangue, nas veias. Moramos, comemos, nada demais.
Você tá aqui pra sofrer, chorar e aprender que ninguém é o que parece ser. Em um momento, e para o resto da vida, alguém "ou exatamente 5 pessoas" vão se virar contra você, nas horas em que mais se precisa, uma única pessoa vai estar ao seu lado. Todas as palavras e as coisas emocionantes vão se desfazer. Você vai perceber quantas mentiras rodam a sua vida. Tudo o que antes era importante, agora não vale merda nenhuma.
Veja! É SIMPLES!
Não vale nada, nem o que come! A beleza que há por fora, é toda a arrogância que há por dentro... As pessoas são falsas, duas caras, e você é quem sofre! Se afaste delas, por favor!
Tanta felicidade, expectativas.. " Alguém se importa comigo, agora vamos pra frente, é a musica! " Mas não... Querida! As coisas continuam na mesma...

sábado, 26 de novembro de 2011

...

Esse frio, essas dores, inverno, impérios, mistérios.
Lembranças, cobranças, vinganças.
A dor que fere, vai passar.
E o medo, a alegria. A falsidade, a calmaria.
Tudo passa, não importa!
Vejo o vento que atinge a cidade. Acho que é indícios de um belo temporal!
Vai chover lá fora... Assim, entro no banho. E lembro que preciso compor uma musica.
Passei mais um dia, tentando ler, estudar e aprender algo. Mas as recordações de dias maravilhosos surgem em minha mente á cada instante.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

estamos juntos nessa!

Não quero acordar, o problema é que não durmo.
Vou morrer, todos nós!
Vamos sair aproveitar os últimos momentos.
A ultima palavra, pois estamos sem voz, nem vez.
Inteligência e cautela..
'mortos não sentem prazer.. Não se divertem.. Não vivem'
Não vamos.. Sou uma morta, de coração ou de sentimentos, morri hoje e além do mais.. Conheço a eternidade. '
Estive aqui pra nada, e o nada é lindo. Pois sempre fui o nada entre a "massa". Fui a diferença e o tudo levei comigo.
não se sinta sozinha..



*CONTINUA.

... Ao meio de duas paredes.

“Não sei fazer um texto crítico, não encontro uma opinião, nem um assunto politico. Ultimamente não sei fazer nada. Os deveres que me aguardam sobre a mesa de meu quarto estão incompletos, as coisas que saem de minha mente pouco ajudam a mudar o ocorrido. Penso somente nas melhoras, no além. Algo errado. Agora, acho que estou vivendo como absolutos.”

Poderia alguém viver assim, nesse mundo, que em partes é totalmente absolutista? Fiéis vivem assim, absolutos e que em minha visão são irreais. Ainda não me cai a "fixa" que são assim. Quando bebês devem ter amarrado uma venda em seus olhos, claro, ainda crianças, crescendo ou não em meio de tais ideias. Mas é ridículo! Deixem que a criança decida!

"Estou tentando... "

Ah Deus, cadê a vida?! Onde ela está para tais... Vou sair, ver a chuva, linda e bela!

domingo, 13 de novembro de 2011

Telegram.

Todos prontos!
Deixei minha tarde em meio de Hesse. No caminho das montanhas, árvores de conhecimento e um chalé de lembranças, a distância da cidade parasita é grande.
Harry está longe e feliz, suas frases mínimas e diretas interferem na alegria que ainda resta. Minha mente pesada e repleta de melancolia, com um aspecto cinza, produz frases de ignorância.
Ela sente que não há nada mais em seu coração.
Vai estudar. Fecha as futuras linhas.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Em um canto do mundo, estou perante o juiz, aquele que me odeia. Relevando meus pecados, as ideias, e o chamado caos.

Em uma breve temporada, conheci amores.
Conheci adoráveis.
E conheci outros.
Nestes outros, não me encaixo.
Saio em busca de um lugar onde não julguem.

Saio em busca do impossível.

Desejo te ter e sentir o fim.
Pois estamos no fim.
Sempre é o final, nunca é o começo.
Pois em "Tristessa" aprendi que nascemos para morrer.

E eu fico aqui, passando ensinamentos aos que não aprendem.


* Um beijo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Todos os "te odeio".

Te odeio! Você me faz sofrer, odeio suas desculpas. Odeio você por me pedir desculpas, odeio sua voz, odeio seu cheiro. Você está sempre no meio, me fazendo sofrer. Sou algo inútil nesse tempo. Sou carne, sou ossos, sou sangue e não coração.

Você me usa, abusa e aqui estou, SEMPRE AO SEU LADO.

Você me dá palavras, te odeio. Você me vê como uma 'Breve Temporada'. Ele não.

Assim dou a meia volta, e você fique com a guerra e a paz. Uma vida NOVA, me espera, ONDE não tem lugar.

É a escala baby, é o mapa. Levo a minha verdade. Não a sua, onde me xinga e sabe de "todas" as coisas. Menos as minhas, menos quem sou e onde vou. Assim não quer me ver. Sou a briga real. Te odeio, é o ódio do amor que sinto por ti.

Será sempre o que quero, mesmo odiando nossas conversas "água e óleo". Vamos subir?!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

...

Aqui estou eu e em forma de desculpa. Estou e não estou. Somente a matéria e não o espirito.
Eu preciso de ti e ao mesmo tempo não posso.

Queria retribuir todas as coisas lindas que faz e que é. Mas mandou cautela.

Cumpro.
Você é mais do que imaginei e em ti encontro minha felicidade.
Perdão alegria de minha vida. Saiba que tenho o “querer”, mas ainda estou no “poder”.

Te amo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

70. Agora juntos.

Com poucas palavras, passei uma bela tarde repleta de sol em uma cadeira.
Ela reclama do calor.
Acostumo-me pouco pois nenhum lugar me agrada. Tenho ódio e repugnância de muitas pessoas.
Repleta de costumes, prendados e burgueses. Ela esconde toda sua vida podre e solitária. Não gosta da definição de “lugar” nem de “tempo”. Vive em constante ódio de si mesmo.

sábado, 5 de novembro de 2011

Destruição.

Ela sempre senta no mesmo local, é problemática ou somente repetitiva? Procura ser divertida com todos e simplesmente entra na forma de convivência dos locais. Mas não é somente isso. Está com problemas e sabe. “Não inteligente" possui uma casca que envolve todo o seu ser e sua alma. Sua classe é sua má reputação deixa todos á sua volta na ausência momentânea.

As flores enviam a felicidade, seus olhos choram e seu corpo dói. Ela sente seu cheiro e seu toque. Mas depende de tudo. Precisa caminhar e tem medo de se adiantar ao correr. O silencio e sua droga de ódio interior traz a cautela que teve durante todo o relacionamento com as letras.
As palavras não, elas saem sem interferência. Ao tocar o nada sentiu o frio de seu sangue. Tem poder.
Ela não vai conseguir e sabe disso, ninguém oferece ajuda. Pois não possui contatos suficientes, capital e principalmente alma repleta de mentiras. Tratou durante toda vida sua inimiga principal com todo respeito, nunca negou o ódio, mas sempre sofreu com os desaforos, não imaginou a mente perversa e os planos de destruição pessoal que encontraria no caminho. Assim foi o segundo plano na escola, até hoje é e ela sabe, mas não desiste, fora igualmente. Não nega o drama, não nega os desafios e aproveita da oportunidade. Agora, sem suas armas, sem a ajuda do leite materno e do clero perverso fica no fim da pirâmide. Não deixando de surpreender e de ameaçar. Segundo alguém que não lembra o nome, quem ri por ultimo ri melhor.




* Ela não é ninguém. Somente caminha por ai, rindo de suas palavras ridículas e atuando como inferior!

I'm with You.

Estou parada na ponte.
Estou esperando no escuro.
Pensei que você estaria aqui agora.
Não há nada além da chuva.
Sem pegadas no chão.
Tento ouvir algo, mas não há som.
Não há ninguém tentando me encontrar? Ninguém virá me levar em casa?
É uma maldita noite fria.
Tentando entender a vida.
Você não vai pegar minha mão.
E me levar a algum lugar novo? Não sei quem você é, mas eu estou eu estou com você.
Estou com você.
Estou procurando por um lugar.
Tentando encontrar um rosto.
Há alguém aqui que conheço?
Porque nada esta dando certo, está tudo uma bagunça...
E ninguém gosta de ficar só.

#Lindasmusicasparatodos,paravocês.
Como todos precisamos de alguém.

Avril Lavigne. I'm with you. (Avril Lavigne & The Matrix)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Divisão simples.

Olho para os lados e vejo dois caminhos. Não escolho nenhum, fico parada no tempo. Fico pois te tenho aqui! Em meu coração e nada muda.
Pode estar longe, mas foi a ti que entreguei tudo. Agora que estou nesta divisão penso que me sente onde está e paro de sofrer.
Obrigado por existir.
Preto sobre preto, vermelho sobre vermelho. Coma meu corpo, BEBA MEU SANGUE. Me leve para longe.
Vamos invadir casas, vamos sorrir juntos, vamos rir dos outros e encontrar nossos desejos em cada coisa nova.
Depender, sentir, entender.
QUERO, TENHO, ADEUS.