Penso nas revoltas como uma forma de alucinação. Aquela nóia, e parte do arrependimento.
Nas sugestões e nas ideias. Na massa e nas nomeações.
Meu gato é revoltado... Sofre racismo.
Convive com brancos. Mas em parte, fica no seu canto, é liberal.
Escrevo sobre meu gato? Sim.
Ele que acorda todas as manhãs. Para me acompanhar no café. Adora garantir minha segurança. E é principalmente ciumento.
Meu gato vive na melancolia, tem uma amor incondicional pelo seu dono. Trocaria alguns humanos por ele. Por seus olhos amarelos e sua chatice emocional.
Nós dois sofremos preconceito. Cada um em seu canto, dividindo dor.
Um passo.
Dois passos...
Olá, amigo.
Sorria, isso passa.
Não ligue, é o fim.
Estou aqui, querido.
Coisa momentânea.
Dor passageira.
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