terça-feira, 6 de setembro de 2011

Os olhos de uma criança.

Caminhei sobre seus braços, descobri novos horizontes, sonhei, tudo com os olhos fechados.
Desvendei as entrelinhas, as pequenas letras, no escuro, meu escuro.
Na noite negra, que mostra seus defeitos, suas ambições.
Mas tudo isso se foi, após sua voz calar.
Quem me dera ressurgir das cinzas, viver perante ti novamente, nascer depois, nascer antes. Uma criança, com meus atos dolorosos, calorosos os e inexperientes. Chega, e domina meus sentidos, seus olhos atraem, para o fundo de sua alma, como se fosse uma porta... Para onde? Não sei, mas é.
Agora que vou descobrir.

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