quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Barulho atordoante.

Que barulho atordoante.
Feche a janela.
Esconda a luz.

Meu reflexo provoca modorra.
Meu pensamento dói!

Penso em parar de pensar...
Mas o pensamento não para de doer.

Procuro uma corda, piso na mesa.
O "objeto" que envolve meu pescoço é áspero.
Pulo em direção ao nada, como uma criança faz ao sentir a presença da mãe.

Falta ar.
Falta vida.
Faltam respostas...

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