Que barulho atordoante.
Feche a janela.
Esconda a luz.
Meu reflexo provoca modorra.
Meu pensamento dói!
Penso em parar de pensar...
Mas o pensamento não para de doer.
Procuro uma corda, piso na mesa.
O "objeto" que envolve meu pescoço é áspero.
Pulo em direção ao nada, como uma criança faz ao sentir a presença da mãe.
Falta ar.
Falta vida.
Faltam respostas...
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